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5 tipos de pedras para usar em bancadas

5 tipos de pedras para usar em bancadas

Arquiteta elenca as vantagens e desvantagens de cada material para diferentes ambientes A pedra da bancada, seja na cozinha, no banheiro ou na área gourmet, desempenha papéis fundamentais tanto estéticos quanto funcionais. Esteticamente, ela contribui significativamente para o visual do ambiente, proporcionando uma sensação de elegância e sofisticação. Quanto à funcionalidade, oferece durabilidade e resistência, suportando o uso diário e proporcionando uma superfície sólida para atividades como preparação de alimentos, higienização e entretenimento. Por isso, a seguir, a arquiteta Camilla Bischoff explica sobre os principais tipos de pedras e lista as vantagens e desvantagens de cada uma delas. Confira! 1. Mármore O mármore é uma escolha clássica e atemporal, conhecido por sua beleza e elegância, disponível em uma variedade de cores e padrões. Ele é altamente durável e pode ser usado em uma variedade de aplicações, desde bancadas de banheiro até pisos e revestimentos de paredes. Vantagens: elegância e beleza atemporal, adicionando um toque de luxo a qualquer espaço. Desvantagens: menos resistente a manchas e arranhões em comparação com outros materiais, exigindo cuidados extras de manutenção. Dessa maneira, não é indicado para cozinhas. 2. Granito Assim como o mármore, o granito é uma pedra natural muito procurada devido à sua durabilidade e variedade de cores e padrões. Ele é frequentemente usado em bancadas de cozinha, área gourmet, banheiro e áreas de trabalho devido à sua resistência a arranhões e manchas. Vantagens: extrema durabilidade e resistência a arranhões, calor e manchas, ideal para áreas de alto tráfego como cozinhas. Desvantagens: pode ser mais suscetível a rachaduras se não for instalado corretamente devido à sua natureza porosa. 3. Quartzo O quartzo é uma opção popular para quem busca durabilidade e baixa manutenção. Feito de quartzo natural misturado com resinas e pigmentos, o material oferece uma ampla gama de cores e padrões. Ele é frequentemente usado em bancadas de cozinha e banheiro. Vantagens: grande variedade de cores e padrões disponíveis, além de ser resistente a manchas e fácil de limpar. Desvantagens: pode ser menos resistente ao calor do que o granito; portanto, é importante usar suportes de panelas para evitar danos. 4. Pedra Sabão Essa pedra natural tem sido cada vez mais procurada devido à sua beleza única e ao seu acabamento suave ao toque. Ela é frequentemente usada em bancadas de cozinha e banheiro. Vantagens: textura suave e agradável ao toque, com uma aparência única e rica que adiciona charme e originalidade a qualquer espaço. Desvantagens: menos resistente do que outras opções de pedra, sendo mais propensa a arranhões e danos se não for cuidada adequadamente. 5. Corian É uma superfície sólida feita de uma mistura de minerais naturais e resinas acrílicas. Ele é conhecido por sua versatilidade e durabilidade, além de oferecer uma ampla variedade de cores e acabamentos. Vantagens: versatilidade para criar designs personalizados e integrar pias e cubas sem vincos visíveis, oferecendo uma estética moderna e limpa. Desvantagens: menos resistente a arranhões e ao calor do que algumas opções de pedra, exigindo cuidado extra ao usar panelas quentes e objetos afiados, além de ter um custo maior do que a maioria das pedras. Assim, ele não é muito indicado para área gourmets e cozinhas. Como combinar as pedras com o estilo de decoração? Para quem gosta do estilo clássico/elegante, a arquiteta explica que as pedras mais indicadas são o mármore, nas cores branco ou creme. “Ele é ideal para criar uma atmosfera sofisticada e atemporal, harmonizando com móveis e acessórios de estilo clássico”, revela. Além desse, Camilla também indica o granito preto absoluto. “A pedra adiciona um toque de luxo e drama, especialmente em cozinhas e banheiros, destacando-se com armários de madeira escura e metais polidos”, afirma. No caso do moderno/minimalista, a especialista diz que o quartzo cinza e preto é a melhor opção, pois “proporciona uma base neutra e elegante para um design contemporâneo, complementando linhas limpas e minimalistas de móveis e acessórios”. Mas se você prefere a decoração escandinava ou rústica/industrial, ela indica o corian branco/cinza ou o granito no tom verde/marrom e pedra sabão em tons terrosos, respectivamente. Isso porque a pedra corian combina perfeitamente com a estética clean e minimalista do estilo escandinavo, proporcionando uma sensação de luminosidade e serenidade. Enquanto isso, o granito nas tonalidades citadas oferece ao ambiente rústico a sensação de calor, complementando os materiais utilizados na decoração. “Já a pedra sabão em tom terroso imprime uma atmosfera acolhedora e orgânica, trazendo uma sensação de conexão com a natureza em ambientes industriais ou rústicos”, completa a arquiteta. Limpeza e durabilidade Para maior durabilidade e beleza das pedras, é imprescindível a manutenção regular, começando sempre com uma boa limpeza. “Para as pedras em geral, a limpeza pode ser realizada com água morna e sabão neutro ou detergente específico para pedras naturais. Evite usar nelas produtos de limpeza ácidos”, esclarece Camilla. Para evitar manchas, a arquiteta recomenda a aplicação de um selante ou impermeabilizante adequado para proteção contra manchas. “Porém, caso ocorra alguma mancha, tente limpá-las imediatamente com uma solução de água e detergente ou um removedor específico para o tipo de pedra. Evite deixar derramamentos de líquidos por longos períodos, pois podem penetrar na pedra e causar manchas permanentes”, explica a profissional, ressaltando que para pedras menos resistentes ao calor, é indicado o uso de suporte de panelas para evitar danos, como trincas. Se o problema é o aspecto das pedras mais antigas, Camilla Bischoff diz que é possível recuperá-las. “Para isso é preciso usar algumas técnicas, como polimentos e lixamentos que irão remover danos mais profundos. Sempre recomendo, para esses casos, a contratação de profissionais mais experientes e qualificados para a realização do serviço”, finaliza a profissional.

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Veja como inserir revestimentos coloridos e desenhados na decoração

Veja como inserir revestimentos coloridos e desenhados na decoração

Arquitetas explicam a relevância desse estilo que fez sucesso no passado e retornou com uma leitura mais moderna No passado, a aplicação do azulejo era mais concentrada na cozinha e exercia uma função mais técnica, como revestimento de paredes. Mas hoje em dia essa visão mudou. Além de cobrir as faces que determinam o perímetro dos ambientes, ele alçou status e é reconhecido como elemento importante na decoração. Repleto de personalidade, o material ganhou estampas modernas, texturas, cores, formatos diversificados e a possibilidade de estar em qualquer cômodo da casa. Entre suas principais vantagens estão a facilidade de limpeza e a inserção em áreas modernas. “Hoje, nós temos também o porcelanato que, embora mais fino, apresenta resistência superior ao azulejo. Entretanto, deve-se fazer a comparação entre um e outro não apenas no quesito resistência, como também pela facilidade de instalação e o conceito desejado para o décor. Sem dúvidas, o azulejo é uma escolha acertada quando o intuito é deixar a parede muito bem-marcada”, explica Claudia Yamada, sócia do escritório Studio Tan-Gram ao lado da também arquiteta Monike Lafuente. Por que usar azulejos decorados? De origem árabe – da palavra azuleicha , ou ‘pedra polida’ em bom português –, a técnica já era usada pelos egípcios, que decoravam seus edifícios e mesquitas com peças cerâmicas, trazendo beleza e expressando o dia a dia da época. A dupla do Studio Tan-Gram revela sua predileção por sempre escolher um ponto do projeto para trabalhar com o azulejo decorado, haja vista que, além da beleza, gostam de resgatar o contexto histórico que o item carrega. “Tem toda uma questão de identidade para o projeto. O produto certo, que é aquele alinhado com a proposta decorativa do projeto, tem o poder de trazer mais vida para o ambiente, deixando com um ‘quê’ afetivo e cara de lar. Eles realmente se destacam no pedaço onde são usados e nós apreciamos essa característica singular que ele insere”, afirma Monike. Diferenças entre azulejo decorado e ladrilho hidráulico Tudo é uma questão de técnica e produção. O azulejo decorado pode ser feito de maneira artesanal, quando pintado à mão, ou industrial que, depois da peça produzida, conta com um sistema de impressão pré-configurado. O ladrilho hidráulico, por sua vez, é produzido com cimento e corantes. “Não é uma pintura por cima, realmente é um corante no cimento. Ele é comprimido em prensa e feito de maneira artesanal, sem brilho e, apesar de sua alta resistência e durabilidade, é muito poroso. Por isso, é imprescindível a aplicação de um impermeabilizante”, afirma Claudia. Dentro desse contexto manual, a arquiteta enfatiza que o morador deve estar consciente que possivelmente, quando empregado em piso, faixas acima da parede da pia ou atrás do fogão, a peça, com o tempo, pode acumular manchas. Apesar de muitas pessoas não gostarem dessas marcas do tempo e dos acontecimentos, elas são uma das características que traz todo o charme para o ladrilho hidráulico. Azulejos com padrões diferentes Segundo Monike e Claudia, cada marca encontrada no mercado dispõe de um portfólio de azulejaria. No processo de especificação para os projetos, elas relatam os critérios que analisam para obter a definição de qual proposta desejam aplicar. “Tanto podemos investir em revestimentos bem pintados, coloridos e com desenhos geométricos, como também investir em peças com uma única cor e lisas, como os tão queridinhos azulejos de metrô”, orientam as profissionais, que completam: “agora, se a intenção for seguir uma linha mais artesanal, o ladrilho hidráulico, embora com as ressalvas que destacamos, reina absoluto. E com isso, um fator dominante é o valor que se pode gastar”. Dimensões do azulejo Para as arquitetas, não há dimensão ideal para a instalação nos projetos. E para os azulejos se destacarem de forma marcante, elas sugerem a busca por peças menores, como 7cm x 40 cm, 7 cm x 15 cm, 20 cm x 20 cm ou 15 cm x 15 cm. “Com dimensões de 30 x 30 cm para cima, o revestimento perde essa especificidade como um azulejo e acaba ficando mais com um ar de acabamento da construtora, o oposto do conceito de um azulejo decorado”, explica a dupla. Rejuntes: o que levar em conta na hora de escolher Definir o rejunte certo é fundamental para o sucesso do revestimento na parede, pois além de vedar o encontro entre as peças, compensar quaisquer imperfeições e absorver as tensões que podem ocasionar em trincas e possíveis descolamentos, o material contribui para evitar os temidos problemas de infiltrações. Dependendo de sua cor, o rejunte traz um efeito diferente à leitura das peças. De acordo com as arquitetas, o mercado oferece três tipos de rejuntes. O mais comum é o cimentício, empregado na maioria das construções e, por suas características, requer uma manutenção mais frequente no dia a dia da casa. Já o acrílico figura em um nível intermediário com uma durabilidade um pouquinho maior e um acabamento mais liso. Por fim, o epóxi é reconhecido como o mais resistente e longevo, requerendo baixa manutenção. Paginação A paginação é a etapa realizada antes de assentar os revestimentos na obra. Para isso, é essencial definir qual desenho será composto pelas placas cerâmicas e, dessa forma, considerar o percentual de perda – resultado dos cortes e ajustes em função da área a ser coberta. “Em geral, no momento de calcular estimamos uma adição de 10%, mas a depender do estilo de paginação a ser disposto, esse volume pode ser previsto em até 30%”, explicam as profissionais. Segundo Claudia e Monike, os principais estilos de paginação são: Paginação aninhada: as placas apresentam tamanhos e formatos iguais e mantém um alinhamento constante. É indicado para locais amplos , sem muitos obstáculos e, por apresentar um volume menor de corte, é uma opção econômica; Paginação vertical: nesse tipo de assentamento, o sistema considera a orientação das peças no sentido vertical. Geralmente, adotada como um ‘truque’ para ampliar a percepção de altura do pé-direito; Paginação horizontal: ao contrário do vertical, os azulejos são dispostos de acordo com o eixo horizontal, aumentando a largura da superfície. Por isso, pode ser executada em paredes de locais menores, como banheiro; Paginação diagonal: com peças instaladas em um ângulo de 45 graus, esse estilo de revestimento requer um volume maior de corte de peça; Espinha de peixe: bastante queridinha nos projetos contemporâneos, o estilo dá a impressão de um zig zag. A formatação também demanda um volume maior de cortes das peças. Escama de peixe: semelhante à espinha de peixe, a diferença está na direção das peças, que ficam em um ângulo de 90 graus; Transpasse padrão e transpasse aleatório : nesse modo de colocação, o azulejo é colocado um do lado do outro, mas com o final desencontrado. A decisão por um ou por outro depende também das orientações dos fabricantes quanto à diferença entre o final de uma peça com a outra.

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7 dicas práticas para acertar na decoração da sala de estar

7 dicas práticas para acertar na decoração da sala de estar

Veja como alguns elementos podem ajudar a tornar esse ambiente mais aconchegante e funcional A sala de estar é o coração de qualquer casa, pois é o lugar em que a família se reúne para relaxar, socializar e criar memórias. Por isso, é essencial que sua decoração seja convidativa, funcional e reflita o estilo pessoal dos moradores. “A valorização de espaços de convivência social nas residências ressurge como resposta à importância de restaurar e prezar nossas relações. São ambientes cuidadosamente projetados para exalarem uma atmosfera de contato e diálogo, sendo considerados, para nosso escritório, poderosos instrumentos para famílias mais vibrantes, saudáveis e que estimam também suas relações externas com parentes e amigos”, refletem Ieda e Carina Korman, profissionais à frente do escritório Korman Arquitetos. Confira, a seguir, 7 dicas práticas para te ajudar a transformar a sala de estar em um espaço aconchegante e elegante. 1. Escolha um tema ou estilo coerente Antes de começar a decorar, decida sobre um tema ou estilo para a sua sala de estar . Pode ser moderno, rústico, minimalista, boêmio, entre outros. “Além de promover sensações de conforto visual, térmico e auditivo, a decoração planejada cria a sensação de bem-estar e acolhimento”, afirma Monica Pajewski, designer de interiores. 2. Priorize o conforto A sala de estar é um espaço de convívio e relaxamento, portanto, o bem-estar é fundamental. Invista em móveis confortáveis, como sofás e poltronas, e adicione almofadas e mantas macias para criar uma atmosfera acolhedora. “Para a disposição dos móveis, devemos sempre verificar se há uma boa circulação entre a entrada e a saída do ambiente. O posicionamento errado dessas peças pode afetar o conforto e a funcionalidade do espaço”, explica a arquiteta Ingrid Souza. 3. Iluminação adequada A iluminação desempenha um papel crucial na atmosfera de uma sala de estar. “Hoje, a iluminação de LED é bem mais acessível, temos diferentes tamanhos, cores e opções. Além disso, é possível fazer suas próprias luminárias . Há soluções muito inteligentes e criativas. No YouTube, por exemplo, há vários vídeos ensinando alternativas que dão essas opções”, conta a arquiteta e urbanista Paula Blankenstein. 4. Maximize o espaço Para manter a sala de estar organizada e livre de bagunça, aproveite ao máximo o espaço de armazenamento disponível . Escolha móveis multifuncionais, como mesas de centro com prateleiras ou com espaço interno para guardar itens, e incorpore prateleiras ou estantes para exibir livros, plantas e objetos decorativos. 5. Explore o poder dos espelhos Os espelhos são excelentes recursos para ampliar visualmente o espaço e adicionar luminosidade à sala de estar. Posicione-os estrategicamente em locais onde possam refletir a luz natural ou artificial e criar a ilusão de um ambiente mais espaçoso e arejado. 6. Personalize com detalhes Adicione toques pessoais à decoração da sala de estar para torná-la verdadeiramente sua. Plantas , por exemplo, são uma ótima opção. Segundo a arquiteta e urbanista Gloria Brandão, “a incorporação da natureza no ambiente construído tem a capacidade, por exemplo, de reduzir a ansiedade e, quando incorporada aos interiores residenciais, traz conforto e bem-estar a quem utiliza estes espaços”. 7. Contrate um especialista em decoração Considerar a contratação de um especialista em decoração pode proporcionar orientação personalizada. “O profissional especializado interpreta o ambiente, define as prioridades e harmoniza os elementos decorativos de forma técnica, criando percepções e transformando o local em um verdadeiro espaço acolhedor”, afirma a designer de interiores Monica Pajewski.

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5 dicas para usar nichos e prateleiras nos ambientes

5 dicas para usar nichos e prateleiras nos ambientes

Arquiteto explica como utilizar esses elementos para compor a decoração da casa A exibição cuidadosa de objetos que refletem nossa personalidade e história pessoal é uma maneira poderosa de expressão em nossos espaços. Seja um troféu de conquista, uma coleção de livros amados ou vasos que trazem a natureza para dentro de casa, cada item tem seu significado especial. Para destacar esses tesouros, nichos e prateleiras desempenham um papel fundamental na decoração de interiores. No entanto, a escolha e instalação desses elementos requerem cuidado e planejamento para garantir funcionalidade, estabilidade e estética harmoniosa. “É uma missão que demanda expertise e atenção aos detalhes, pois, para evitar imprevistos, é preciso levar em consideração o que e como se pretende expor”, diz Bruno Moraes, arquiteto do BMA Studio. A seguir, confira algumas dicas para usar nichos e prateleiras nos ambientes corretamente! 1. Atenção com o dimensionamento A importância da instalação correta de nichos e prateleiras vai além da questão prática, pois, quando bem posicionados, otimizam o uso do espaço e influenciam na percepção do ambiente. Para o arquiteto do BMA Studio, o dimensionamento inadequado resulta em ambientes em que o desequilíbrio compromete a estética geral. “Os desafios inerentes ao design de nichos e prateleiras são muitos e começam pelo balanceamento das dimensões. Altura, profundidade e distância devem ser calculadas minuciosamente, considerando não apenas a funcionalidade, mas também a harmonia”, ressalta Bruno Moraes. Primeiramente, deve-se ter noção do que será exposto, uma vez que essa informação influenciará, principalmente, na altura. “Um objeto importante e de valor sentimental merece destaque; por isso, é interessante estar na altura dos olhos. Outra possibilidade é dispor em um ponto mais alto, permitindo uma ampla visualização”, exemplifica o profissional. Já a localização dos nichos e prateleiras devem ter em vista a entrada de luz natural, a circulação no espaço e a integração com outros elementos. Além disso, quando se trata de nichos, a espessura da parede ou do móvel onde eles serão embutidos precisa ser averiguado tanto em profundidade como nas dimensões do item a ser exposto. 2. Cálculo de carga Calcular o peso dos itens que serão acomodados nos nichos e prateleiras é outro ponto que Bruno enumera para garantir a segurança. O descuido pode provocar riscos significativos, incluindo desabamento, instabilidade estrutural, lesões e danos materiais, além de prejuízos financeiros. Ele aponta que, com o auxílio técnico de profissionais especializados, o projeto assegurará as especificações técnicas do material usado, sua resistência à flexão ou compressão e outros fatores como o método de fixação. “Para entender a carga suportada, analisamos o material da própria prateleira. Uma de vidro é diferente de uma de madeira que, por sua vez, também não é semelhante a um modelo de metal”, compara o arquiteto. Na sequência, ele examina o local de fixação, pois de nada adianta um item robusto se a parede não aguentar o peso. Em uma parede de drywall , ele diz que o ‘problema’ é resolvido com a instalação de um reforço nos montantes internos da estrutura. “Isso é muito comum e executamos frequentemente em reformas e obras”, diz. 3. Cuidado com a estética A delicadeza do design está na capacidade de integrar os nichos e as prateleiras de maneira a contribuir com a atmosfera desejada sem monopolizar a atenção. “Um nicho mal alinhado ou com espaçamento incorreto compromete seu foco principal, que é o de valorizar o objeto exposto”, explica Bruno. O arquiteto também discorre sobre a confusão visual causada pelo excesso, pois o olhar humano fica perdido – uma expectativa oposta ao pretendido. Para o profissional, prateleiras flutuantes são sinônimos de leveza e, para tanto, precisam ser estruturalmente sólidas. Aço inox e pedras naturais possuem uma resistência superior em áreas externas e outros materiais vão depender do local, pois cada casa é um caso. Em apartamentos pequenos, esses componentes se tornam soluções para maximização do aproveitamento do espaço. A funcionalidade se torna imperativa e o design inteligente permite a organização eficiente de objetos, livros e adornos, promovendo não apenas a beleza visual, mas também a praticidade cotidiana. O arquiteto conta que já chegou a realizar nichos em apartamentos pequenos ao quebrar, literalmente, a parede para surgir o fundo do nicho. “Fiz isso, pois o apartamento era tão pequeno, que um nicho sobreposto na parede, atrapalharia a circulação”, recorda-se. 4. Uso de nicho em banheiros e áreas externas Segundo Bruno, um nicho dentro do box pede o uso de pedra natural, porcelanato ou cerâmica. Já do lado de fora, o banheiro pode ter nichos e prateleiras executados em marcenaria. Por conta das intempéries, as áreas externas requerem, por exemplo, o nicho ou as prateleiras de aço inox, galvanizado com a aplicação de um fundo e pintura própria para áreas suscetíveis ao tempo, ou de madeira maciça, desde que devidamente impermeabilizada para sua integridade. 5. Iluminação como aliada A iluminação adequada enfatiza elementos decorativos, realça características e concede pontos focais no ambiente. O uso de perfis de LED é o mais recomendado, mas o profissional do BMA Studio também sugere spots direcionáveis e luminárias de sobrepor. Ele também adverte sobre a atenção em considerar a temperatura de cor da luz, IRC e intensidade dos lumens como meios de prover uma iluminação mais atraente.

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Veja como utilizar o sofá curvo na decoração

Veja como utilizar o sofá curvo na decoração

Arquiteta revela como usar esse mobiliário para compor um ambiente aconchegante e elegante Atemporal, marcante e elegante são alguns dos adjetivos que podemos aplicar ao sofá curvo. Em um primeiro olhar, pode não parecer, mas seu desenho arqueado revela o estilo multifacetado e versátil, que pode compor tanto um décor com detalhes que remetem ao passado como um ambiente com estilo sofisticado, especialmente quando revestido com veludo. De volta aos projetos de interiores Embora o design tenha sido preterido durante algumas décadas, nos últimos tempos o sofá curvo reconquistou seu posto nos projetos de interiores, revelando-se como uma peça coringa. E se antes ele era adotado como uma ode aos móveis com estilo dos anos 1950 e 1960, ou mesmo como uma forma de marcar tendência, a leitura atual agrega uma nova proposta para experimentá-lo: o mobiliário aproxima as pessoas, estreita o convívio e traz comodidade. De acordo com a arquiteta Ana Rozenblit, a maior vantagem do sofá curvo é o encaixe perfeito, com facilidade, e em qualquer ambiente, ao contrário de um sofá com linha reta. “Gosto muito da flexibilidade e da dinâmica diferente que ele traz ao espaço”, revela. “E seu emprego vai muito além do living: costumo especificá-lo também na decoração do dormitório, como também nas varandas”, conta. A escolha do sofá não depende apenas de medidas Fazer a escolha certa do tamanho do sofá envolve muitas variáveis, mas acertar na matemática não é tão complicado. É preciso, acima de tudo, levar em conta a área disponível e a proposta esperada para o móvel. Com a possibilidade de compor tanto projetos maiores como aqueles mais compactos, alguns critérios precisam ser levados em consideração. “É fundamental analisar tanto as medidas disponíveis no espaço como também a relação com os demais ambientes, principalmente se forem integrados. Por exemplo, um sofá com estrutura grande posicionado próximo a entrada de um apartamento pequeno , pode dar um ar dissonante. O móvel pode estar adequado ao cômodo onde foi cogitado, mas, sobretudo, precisa ‘dialogar’ com o seu entorno”, avalia Ana Rozenblit. Pensando na colocação, o modelo curvo tanto pode assumir a função de sofá de canto, proporcionando mais espaço de circulação em uma sala de estar pequena, ou pode ser disposto como uma peça ‘solta’, exercendo o caráter de demarcar os ambientes integrados. Para não errar, a arquiteta indica um espaçamento de 1,5 m, permitindo uma passagem fluída do morador. Empregando o sofá curvo no décor É importante que o design do sofá curvo esteja em harmonia com o décor predominante no ambiente. Por ser um móvel que protagoniza e chama atenção, a arquiteta explica que o contraponto entre todos os elementos se faz necessário para que ele não roube a cena. “É claro que o sofá curvo é especial, mas o equilíbrio deve ser aplicado justamente para que os demais mobiliários e objetos não desapareçam”, acrescenta. Cores para o sofá Quanto às cores, em se tratando de salas pequenas, por exemplo, ou para os moradores com preferências pelos estilos minimalista, clássico ou clean , a dica é optar por sofás curvos em uma paleta de tons claros como branco, bege e cinza-claro. Agora, se a intenção for explorar a exuberância do design e conceber um ambiente mais jovem e descontraído, o projeto pode investir na aplicação de cores fortes, como o amarelo, laranja, verde, azul e roxo, entre outras possibilidades. “Na composição, gosto sempre de criar uma cor e um movimento com almofadas e acessórios. Seja num canto de varanda ou em uma sala de estar, tenho usado verde musgo, rosa, rosa chiclete e laranja ferrugem”, indica a arquiteta. Lugar ideal para ele No tocante ao layout dos espaços, em salas com formato retangular, a profissional recomenda eleger uma parede de destaque para receber o sofá curvo. Já em salas quadradas, a indicação é trazer o móvel mais para o centro, permitindo que as pessoas circulem em seu entorno. E para aqueles que não abrem mão de um tapete para complementar, é possível incluir versões quadradas, retangulares ou redondas, desde que preencha toda a parte debaixo do sofá curvo. Além de agregar beleza na decoração, o sofá curvo deve ser responsável por acrescer conforto ao ambiente, por isso é valioso considerar um estofado que realmente proporcione a sensação de bem-estar. Nesse mix, as almofadas são muito bem-vindas, pois ornamentam e trazem aconchego. Dicas para utilizar o sofá curvo Os sofás curvos são uma tendência crescente na decoração de interiores, combinando elegância e funcionalidade. Porém, para destacar o design do mobiliário no ambiente, algumas dicas precisam ser utilizadas, como: Mantenha o entorno do sofá livre: garanta que haja espaço suficiente ao redor do sofá para uma circulação confortável. Evite posicionar móveis ou outros objetos muito próximos, pois pode bloquear o acesso e criar uma sensação de aperto; Invista em iluminação: coloque luminárias de piso em um ou ambos os extremos do sofá para criar um ambiente acolhedor e iluminar adequadamente a área de assento. Se preferir, instale luzes embutidas no teto para destacar a forma do sofá sem sobrecarregar o ambiente com luminárias de mesa; Posicione adequadamente os itens decorativos: utilize quadros ou espelhos acima do sofá para equilibrar a altura do móvel e preencher a parede de maneira elegante; Utilize protetores para sofá: para manter o estofado limpo e a durabilidade do mobiliário, utilize protetores de tecido ou couro, isso evita manchas e desgastes, especialmente se o sofá estiver em uma área de uso intenso.

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4 dicas para utilizar os livros na decoração dos ambientes

4 dicas para utilizar os livros na decoração dos ambientes

Arquiteta explica como inseri-los nos espaços e harmonizá-los com outros objetos da casa Os livros não apenas enriquecem nossa mente com conhecimento, mas também desempenham um papel significativo como elementos decorativos. Disponíveis em uma variedade de brochuras, capas e cores, eles se tornam componentes essenciais na decoração de qualquer ambiente, refletindo a personalidade e o estilo do morador. “[Os livros] são sempre bem-vindos no décor e temos diversas maneiras de usá-los na decoração. Podemos colocá-los em evidência em mesas de centro, estantes ou nichos, por exemplo. Não há regras, mas ter em mente que os livros são um convite à vida, movimento e interação”, comenta a arquiteta Isabella Nalon, à frente do escritório que leva o seu nome. Vantagens dos livros na decoração Além de refletir o gosto do morador, uma das principais vantagens dos livros na decoração está na possibilidade entreter, informar e decorar, tudo isso com apenas alguns exemplares. A economia também é um dos pontos fortes nesse estilo de décor , uma vez que não demanda adquirir objetos decorativos para embelezar o ambiente, pois a coleção do morador já cumpre esse papel. Como geralmente são itens pequenos, podem facilmente mudar de disposição, o que favorece a limpeza e o cuidado com os títulos. Isabella Nalon lembra que outra grande vantagem é o impacto. “Os livros são interativos. A possibilidade de compor o décor com peças que incentivam o visitante aos movimentos de tocar, abrir, ler, apreciar e despertar a curiosidade é incrível”, considera a profissional. Inserindo os livros na decoração A seguir, a arquiteta Isabella Nalon elenca 4 dicas para você utilizar o item na decoração da sua casa. Confira! 1. Defina o cômodo e o estilo decorativo Por serem itens versáteis, os livros conseguem se encaixar muito bem em múltiplos ambientes da casa. Na sua distribuição, podem figurar no modo individual, em fileiras, pilhas ou com apoio sobre superfícies verticais e horizontais. O essencial é saber o efeito que deseja transmitir a quem chega no cômodo. “Gosto de usar as prateleiras em detalhes, quando preciso apenas de um toque a mais. Estantes são bem-vindas quando realmente busco um impacto visual imperativo e maior área de exposição e armazenamento. Nichos são boas pedidas em espaços mais íntimos, como dormitórios e escritórios”, aconselha. Contudo, a arquiteta ressalta que os livros não precisam ficar presos a esses espaços: mesas de centro, laterais e cadeiras de apoio se configuram como outras possibilidades interessantes. 2. Escolha o modelo de livro Para quem procura vivenciar sensações de imponência e sofisticação, modelos volumosos e pesados são as melhores opções. Os livros de tamanho médio não deixam as diferenças de medidas tão evidentes e contêm uma variedade maior de obras. A arquiteta Isabella também recomenda promover uma separação por cor da capa ou lombada do livro, bem como tamanho e tema, mas lembra que o mais importante é chegar a um visual que agrade e transmita bons sentimentos. 3. Combine os livros com outros objetos decorativos Existem diversas formas de misturar os livros com outros elementos decorativos do lar. O morador pode ir intercalando com outras peças (como vasos, esculturas, caixas ou itens de memória afetiva ). Fazer essas combinações com outros objetos traz um certo movimento para o ambiente e enriquece ainda mais a decoração, sendo uma forma de complementar o protagonista do décor , que são os livros. 4. Limpe os livros regularmente Conhecer como evitar alguns erros que costumam prejudicar o visual do ambiente é essencial. A limpeza dos exemplares e do local onde estão expostos, por exemplo, não pode ser deixada de lado, pois, com o acúmulo de sujeira, pó, traças, aranhas e outros insetos podem surgir inesperadamente. Nesse contexto, limpar constantemente mantém os livros em bom estado por mais tempo. E estes, por sua vez, precisam ter seu espaço , já que, se ficarem muito amontoados, a probabilidade de danos às capas, lombadas e páginas é bastante grande. “O principal erro é esquecer os livros ali na estante ou prateleiras. Bagunça, sujeira e não deixar organizado de forma interessante, além de danificar os livros, tornam o local menos atrativo”, conclui a arquiteta .

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7 dicas para acertar na decoração da cozinha

7 dicas para acertar na decoração da cozinha

Veja sugestões para deixar esse ambiente mais funcional e bonito A cozinha é o coração da casa, e sua decoração desempenha um papel crucial na criação de um ambiente acolhedor e eficiente. Por esse motivo, ao considerar a variedade de opções para decorar esse espaço, leve em conta não apenas as tendências do momento, mas também elementos que proporcionam um ambiente funcional e elegante. Se você está buscando aprimorar o visual da sua cozinha, veja dicas práticas para acertar na decoração desse espaço! 1. Paleta de cores atemporal Para a paleta de cores , escolha opções que transcendam as tendências momentâneas. Cores neutras, como branco, cinza e tons terrosos, proporcionam um ambiente atemporal, bem como conferem amplitude ao espaço. É interessante adicionar toques de cor em acessórios e utensílios para um visual equilibrado. Além de cores, considere incorporar texturas que adicionem profundidade e interesse visual à sua cozinha. Materiais como madeira, pedra ou azulejos com padrões sutis podem criar uma atmosfera acolhedora e sofisticada. Segundo a arquiteta e urbanista Patrícia Lacerda, também pode-se incorporar cores vibrantes, desde que sejam utilizadas em um ponto específico do espaço “ou, até mesmo, fazer uma combinação usando a mesma cor para os eletroportáteis pequenos, como torradeiras, liquidificadores, processadores etc.” 2. Iluminação estratégica A iluminação é fundamental na cozinha. Por isso, combine luzes embutidas no teto com luminárias sobre ilhas e bancadas. Para a designer de interiores Norah Carneiro, a luz natural também é um elemento essencial. “O ideal é sempre optar por uma luz natural e neutra. Alguns pontos de luz branca podem acarretar um toque de modernidade e até sofisticação”, afirma. Uma possibilidade para maximizar o uso da luz natural é optar por janelas panorâmicas, claraboias ou portas de vidro deslizantes para permitir a entrada abundante de luz durante o dia. Este aspecto não só economiza energia, mas também estabelece uma conexão harmoniosa com o ambiente externo. 3. Organização inteligente Mantenha a praticidade em mente ao organizar sua cozinha. Armários planejados, gavetas com divisórias e prateleiras abertas podem maximizar o espaço de armazenamento e facilitar o acesso aos utensílios. Em cozinhas pequenas, essa estratégia é ainda mais importante. Segundo as arquitetas Bianca Tedesco e Viviane Sakumoto, sócias do escritório Tesak Arquitetura, vale a pena levar mais tempo para organizar uma cozinha pequena de forma inteligente. “Eles [os utensílios] devem se adequar tanto ao espaço disponível quanto às necessidades de quem mora, garantindo também a melhor funcionalidade do ambiente ”, explicam. Vá além das divisórias convencionais e opte por soluções personalizadas. Bandejas deslizantes, suportes ajustáveis e divisórias modulares podem ser adaptados conforme a sua coleção de utensílios, garantindo que cada item tenha o seu lugar específico. 4. Eletrodomésticos modernos e integrados Opte por eletrodomésticos modernos e integrados que sigam a mesma linha de design. Eletrodomésticos embutidos ou de aço inoxidável contribuem para uma estética coesa e contemporânea. Segundo as arquitetas Bianca Tedesco e Viviane Sakumoto, também é importante pensar sobre a necessidade de cada item na cozinha. “Os eletrodomésticos devem ser funcionais e escolhidos de acordo com a necessidade. Em uma casa que recebe poucas pessoas, por exemplo, a lava-louças pode ser dispensável”, afirmam. Ao explorar o mercado, considere a ampla variedade de eletrodomésticos disponíveis. Desde geladeiras com tecnologia inteligente até cooktops com designs inovadores. Escolher aparelhos que atendam às suas necessidades específicas é fundamental. 5. Personalização com detalhes Outro ponto que não deve passar despercebido na decoração da cozinha é incorporar elementos personalizados para imprimir sua marca na decoração. Quadros , relógios de parede ou, até mesmo, azulejos decorativos podem adicionar um toque único à sua cozinha. Para a designer de interiores Norah Carneiro, é interessante unir funcionalidade com beleza ao decidir o que usar para personalizar esse ambiente. “Os principais elementos da cozinha são as luminárias, as arandelas, as calhas de serviços perto das cubas e os acessórios de metal próximos à coifa (para inserir alguns itens decorativos), tais como plantas ou, até mesmo, pendurar colheres e panelas, no estilo cozinha italiana ou casa de campo”, explica. 6. Disposição dos móveis Quanto à disposição dos eletrodomésticos na cozinha, Norah Carneiro explica que, se possível, o indicado é formar um triângulo entre pia, geladeira e fogão. Dessa forma, é possível tornar o ambiente mais funcional. “Uma tendência usada hoje fortemente, que ajuda na organização da cozinha , é a torre quente: um móvel alto, geralmente ao lado da geladeira, em que colocamos forno e micro-ondas um abaixo do outro, facilitando o aproveitamento de espaço”, conta Patrícia Lacerda. 7. Áreas de convivência Transforme a cozinha em um espaço de convivência para todos da casa. Assim, integre uma área para refeições , como uma ilha ou uma mesa, criando um local propício para encontros familiares e refeições descontraídas. Para isso, utilize elementos modulares para adaptar o espaço segundo as necessidades de cada ocasião. Mesas dobráveis, bancos que podem ser recolhidos e ilhas com rodízios oferecem flexibilidade, permitindo que a cozinha seja ajustada para diferentes configurações e tamanhos de grupos.

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7 dicas para inserir o estilo moderno na decoração da sua casa

7 dicas para inserir o estilo moderno na decoração da sua casa

Tendência preza a simplicidade, a praticidade e a funcionalidade nos ambientes Inspirada no movimento Modernista, a decoração moderna surgiu durante o século XX e, mesmo após tantos anos, continua influente na composição de áreas externas e internas. Prezando pela funcionalidade e simplicidade, o estilo destaca-se por fugir do óbvio, pois projeta espaços inteligentes que unem estética e inovação. Para isso, ele utiliza recursos que, segundo a arquiteta Sabrina Gnipper, precisam de atenção para não fugir do gênero. “Esses elementos devem ser combinados de forma racional e funcional, pensando em ergonomia e no conceito de que ‘menos é mais’”, recomenda a profissional. Pensando nisso, selecionamos 7 dicas para você não errar na hora de inserir a decoração moderna na sua casa. Confira! 1. Invista em móveis retos e geométricos Na decoração moderna, os móveis e acessórios tendem a ter formas geométricas claras e definidas, com linhas retas e simples. “Pois o estilo moderno é bruto e seco em suas formas. Porém, extremamente confortável e eficaz em seu uso. Portanto, ouse nos modelos retos e geométricos na hora de buscar uma identidade moderna no seu mobiliário”, recomenda a arquiteta Ana Bortone. 2. Utilize aço, vidro e concreto O moderno é um estilo precursor do contemporâneo, sendo assim, a sua composição deve utilizar materiais modernos, como aço, vidro e concreto, pois eles se destacam no ambiente, tornando a decoração visualmente mais interessante. “Faça uso em massa desses elementos que são extremamente versáteis e podem estar presentes desde os elementos construtivos até os mais variados elementos decorativos, como mesas em concreto, cadeiras em aço, lustres em vidro e muitas outras aplicações”, sugere Ana Bortone. 3. Cuide da iluminação Apesar dos móveis desse estilo se destacarem naturalmente, eles também precisam de uma boa iluminação para valorizarem ainda mais a decoração. Nesse sentido, é sábio investir em iluminação embutida, luminárias e um estudo luminotécnico para criar uma atmosfera específica. “Uma iluminação industrial e com luminárias de design minimalista cai bem neste contexto, porque geralmente combina com os materiais marcantes deste estilo, que são o concreto e o aço”, indica Sabrina Gnipper. 4. Aposte nas cores neutras A neutralidade e sobriedade são características marcantes do estilo moderno, que prioriza tons como branco, preto, cinza e bege. Mas também é possível empregar cores marcantes , como azul, vermelho e amarelo como um contraponto a base. “Porque uma base neutra com apenas alguns toques de cor representa uma estética sem exageros, e essa composição confere amplitude e luminosidade aos espaços, que são características modernistas”, completa Sabrina Gnipper. 5. Recorra aos objetos minimalistas A simplicidade e a elegância são prioridade nesse estilo, portanto, os espaços compostos por ele devem conter poucos elementos decorativos, a fim de manter a proposta desconstruída. Para isso, é importante investir em objetos minimalistas, pois eles ocupam pouco espaço e não carregam o ambiente. Mas, ainda assim, é importante estar atento aos exageros. 6. Construa um jardim vertical O jardim vertical contribui para a estética do ambiente, trazendo a natureza para dentro de casa. Além disso, na decoração moderna em específico, valoriza os móveis que compõem o espaço. “Esse estilo também foca na função e integração entre os ambientes com plantas livres e vãos generosos, valorizando materiais como o concreto e o aço”, diz Ana Bortone. 7. Empregue quadros nos ambientes Com raízes no movimento Modernista, o estilo valoriza a expressão artística e permite a utilização de itens que façam referência a isso. Logo, é possível utilizar quadros com frases, imagens de plantas ou até mesmo imagens autorais, caso tenha a oportunidade, para tornar o ambiente ainda mais moderno.

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7 dicas de decoração para áreas externas

7 dicas de decoração para áreas externas

Arquitetas explicam como deixar o seu terraço ou varanda mais aconchegante A parte externa da casa também merece uma atenção especial quando o assunto é decoração. Segundo a arquiteta Karoline Coutinho, a varanda fica localizada em frente à casa ou, no caso de apartamentos, ligada a um dos cômodos de entrada; o terraço, por sua vez, está na parte de cima do imóvel. A localização, a finalidade e os desejos do morador devem ser levados em consideração no momento de pensar o décor para esses espaços. Por isso, a seguir, confira s dicas para tornar o seu lar ainda mais aconchegante! 1. Móveis que podem ser utilizados A arquiteta Gabriela Barros explica que os móveis mais indicados para varanda e terraço são sofás, mesas laterais e de centro, poltronas e pufes. Ela também ressalta que, caso esses espaços sejam abertos, tais mobílias deverão ser de materiais resistentes, como alumínio, inox, fibra sintética ou natural. Desse modo, elas não sofrerão desgastes quando expostas à chuva ou ao sol. 2. Paleta de cores De acordo com Karoline Coutinho, não há um padrão específico de cores que podem ser utilizadas para decorar a varanda e o terraço. “Isso vai depender muito da personalidade dos moradores ou do próprio estilo do ambiente”, complementa. Ela apenas ressalta que o uso das tonalidades deve harmonizar com os demais elementos presentes no ambiente. 3. Iluminação para demanda dos moradores Para Gabriela Barros, a varanda e o terraço devem ter mais de um tipo de iluminação , para auxiliar nas demandas dos moradores. “O ideal é que haja uma luz fria (branca) para atender às funções de trabalho e uma cena com iluminação quente (amarela) para proporcionar um ambiente mais intimista e descontraído”, sugere. Ainda segundo a arquiteta, também é importante investir em pontos de luz em locais específicos, como luminárias de piso, de mesa e de parede. 4. Objetos decorativos Os objetos decorativos para a varanda e o terraço não precisam ser os mesmos. No caso da varanda, a arquiteta Gabriela Barros recomenda fazer o uso de quadros, vasos, cestos de palhas e tapetes de fibras naturais. Já para o terraço, ela indica utilizar almofadas de tecido náutico, balanços de fibras naturais ou sintéticos e fontes de água. 5. Plantas para área externa As plantas também são bastante indicadas para decorar ambientes externos. Contudo, Karoline Coutinho esclarece que as espécies mais indicadas são aquelas resistentes ao sol, como espada-de-são-jorge, as de pequeno porte, como cacto e suculenta, e aquelas que podem ser cultivadas em vasos e podadas, como clúsia, dracena e palmeira-bambu. 6. Áreas funcionais Divida o espaço em áreas funcionais, como uma zona de jantar, um canto de leitura ou um espaço para churrasco. Isso ajuda a maximizar o ambiente e torna-o mais convidativo. Além disso, evita que o espaço pareça desorganizado ou caótico, tornando a decoração mais aconchegante. 7. Elementos de sombra A área externa é muitas das vezes iluminada pelo sol, mas nem sempre o morador quer que essa luminosidade domine o ambiente . Para evitar este problema, tendas, guarda-sóis e pérgolas com trepadeiras são uma ótima alternativa, pois não só proporcionam sombra, mas também adicionam um toque estético agradável ao espaço.

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